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Educação

AEFASUL promove 3ª Mostra Cultural e Tecnologias Populares na sexta

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Foto: Arquivo/Reprodução/Facebook

A Associação Escola Família Agrícola da Região Sul do RS (AEFASUL) promove na sexta-feira (14) a 3ª Mostra Cultural e Tecnologias Populares no Centro de Treinamento de Agricultores de Canguçu (CETAC) Canguçu. Segundo a organização, acontecerão  apresentações culturais, estações tecnológicas e mostra de projetos.

Na programação estão atividades como roda de capoeira, exposição de cartuns, fotografias, poesias, dança e músicas e terapias alternativas. Entre os principais temas da mostra, estão os recursos energéticos e insumos agroecológicos, redes de comercialização, e produção vegetal e animal agroecológica.

O evento tem início às 09:00 horas, onde acontecerá uma apresentação da escola e, após, será aberto espaço para outras escolas visitantes apresentarem as atividades que realizam. Ao meio dia será servido almoço à um custo de R$ 15, e durante a tarde serão oferecidas oficinas como sementes crioulas, economia solidária, minhococultura e produção de flores negras até às 18h.

O Centro de Treinamento de Agricultores de Canguçu (CETAC) fica localizado na Rua João de Deus Nunes, número 200, na Vila Isabel.

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Educação

Projeto incentiva a leitura e a escrita no Presídio Estadual de Canguçu

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Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução

O hábito da leitura não está entre os mais populares em nosso país. Algumas pesquisas apontam que cada brasileiro lê menos de cinco livros por ano.

Essa média começa a mudar radicalmente em um lugar onde a maior parte das pessoas não prevê: dentro dos presídios. Nas palavras, os presidiários encontram alternativas para viver o mundo cercado por muros.

No Presídio Estadual de Canguçu, um projeto intitulado Remissão pela Leitura, coordenado pela psicóloga Júlia Fugita e pela professora Laura Storch Coutinho, aproximará os apenados das páginas dos livros.

O projeto voluntário teve início nas últimas semanas, utilizando as novas dependências do Presidio, chamado de sala multiuso. Nesta primeira fase, 11 apenados aceitaram o convite para participarem do projeto.

O primeiro dia foi muito gratificante, pois estou em sala de aula com alunos fazendo leitura. — explica a professora Laura Storch.

Segundo ela, o projeto tem uma duração de 12 meses. A cada mês, os participantes deverão entregar uma redação sobre o livro lido.

Laura explica que os livros são separados conforme a escolaridade, uma vez que o presídio comporta pessoas com diferentes níveis de instrução. “Tenho separado livros que sejam positivos para eles”, explica a professora apontando Augusto Cury como um dos autores escolhidos.

Orgulhosa dos alunos, a professora conta que realiza o trabalho com muito amor e que está habituada ao local.

Eu já trabalhei em 2013 com o Brasil Alfabetizado no presídio. São 17 anos em regência de classe, só estou em um lugar diferente da escola! O que me motiva é o amor ao próximo. Se não sei servir, para que sirvo? — completa Laura.

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