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Aluna da ETEC sofre tentativa de estupro dentro de ônibus da Embaixador

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Aluna da ETEC sofre tentativa de estupro em ônibus da Embaixador

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Na noite desta terça-feira (24) o Jornal Canguçu Notícia retirou do ar a matéria “Aluna da ETEC sofre tentativa de estupro dentro de ônibus da Embaixador”.

A razão se deu devido ao pedido de inúmeros familiares, que se sentiram desconfortáveis com a possibilidade de constrangimento das partes envolvidas e a preocupação com futuros  desdobramentos.

O Canguçu Notícia se desculpa com os leitores pela remoção do conteúdo e salienta sua preocupação com a imagem das fontes. Reforçamos ainda nossa busca contínua pela luta contra a cultura de estupro e garantimos de antemão, que novas pautas tratando de assuntos como este serão elaboradas e expostas ao público nos próximos dias. Precisamos tocar nesse tema. Precisamos despertar a consciência coletiva de que esse atos não devem jamais passar despercebidos.

Grato pela compreensão.

J. W. – Diretor

Vem com a gente acreditar e fazer o novo.  
Canguçu Notícia, o novo jornal de Canguçu.

***

Confira abaixo um fragmento da matéria publicada anteriormente:

CARACTERÍSTICAS DO AGRESSOR:   

Homem moreno e gordo com bigode; aparenta ter em torno de 50/60 anos; no dia da agressão, 09 de abril, ele vestia uma calça de abrigo na cor cinza, camiseta do time Xavante e boné preto.

COMO A POLÍCIA VIU O CASO

Os policiais ouviram a vítima com atenção. Após citar as características do agressor, os efetivos destacaram que um homem com o mesmo perfil já havia sido visto na praça central e em lojas, semanas anteriores, sempre observando meninas estudantes e jovens.

O TERROR DOS NÚMEROS

Até 2009, haviam diversas classificações para os crimes sexuais. À exemplo temos o “atentado violento ao pudor”, que tinha a mesma punição do caso de estupro, mas era considerado outro tipo de infração. Com a mudança, todo o tipo de violência sexual passou a ser considerado crime de estupro.

Em números absolutos, tabulados pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública, em 2016 foram 49.497 casos de estupro, um crescimento de 3,5% com relação à 2015. A taxa em relação a cada grupo de 100 mil habitantes passou de 23,2 por 100 mil habitantes em 2015 para 24,0 por 100 mil habitantes em 2016.

No Rio Grande do Sul, foram registrados no ano de 2016, 4144 casos de estupros e 692 tentativas. A nota técnica do IPEA de 2014 sugere que apenas 10% dos crimes de estupro sejam realmente registrados, ou seja o Brasil pode ter a medieval taxa de quase meio milhão de estupros a cada ano. Muitas vítimas, por vergonha ou por medo, deixam de registrar a ocorrência.

Outro fator importante para o estudo dos casos de estupro é que o perfil do autor do crime muitas vezes aponta para alguém conhecido da vítima. Dados do IPEA, de 2014, apontam que mais de 50% dos estupros sofridos por crianças e adolescentes foram praticados por conhecidos, como pais, padrastos, namorados ou amigos. Entre adultos esse índice se aproxima dos 40%.

Informações: Canguçu Notícia, o novo jornal de Canguçu.

Educação

Canguçuense é finalista em concurso nacional de design de mobiliário

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Finalista do Prêmio Salão Design, a aluna Canguçuense Caroline Reichow, do bacharelado em design, está representando o IFSul na categoria de desafios dos espaços em transformação. O resultado final será divulgado no dia 10 de fevereiro de 2020 e a cerimônia de premiação ocorre no dia 18 de março, em Bento Gonçalves.

Após uma série de pesquisas, desenhos, testes de dimensionamento e maquetes em escalas para testar encaixes e dimensões, Caroline chegou ao resultado desejado. Inspirado no origami e suas diversas possibilidades, o (des)Dobra foi pensado para guardar objetos variados e pode ser utilizado em qualquer ambiente da casa.

Com múltiplas possibilidades de configurações e montagens,  é um móvel modular e adaptável, que pode “crescer” de acordo com a necessidade de quem o utiliza. Em sua estética, apresenta uma base menor que o tampo, com laterais em diagonal e o lado de dentro colorido, uma tentativa de surpreender quem o abre.

“Acredito que meu projeto foi selecionado para a final porque é um móvel adaptável, que atende as necessidades dos espaços que estão em constante transformação. Além disso, possui uma estética diferenciada, pois não apresenta um lado de cima determinado, podendo ser rotacionado e utilizado em qualquer sentido”, conta.

Com grandes expectativas para o resultado, a estudante destaca que, além de trazer reconhecimento pessoal, a conquista é uma maneira de mostrar um pouco mais o que é desenvolvido no curso de design. “Perceber que o meu móvel despertou a atenção de pessoas que são referência na área já é um prêmio para mim”, afirma.

O projeto finalista foi desenvolvido na disciplina de Design de Mobiliário e Artefatos, ministrada pela professora Mariana Piccoli, que orientou os alunos durante o processo. O desafio proposto foi elaborar um produto a partir de um problema identificado e, com base nisso, realizar análises e aplicar diversas ferramentas do design.

O objetivo da proposta era possibilitar aos alunos maior contato com a realidade do cenário de mobiliário. Além da parte prática, os alunos realizarem uma atividade de análise dos produtos que já haviam sido premiados anteriormente no concurso, estudando os materiais e a inovação dos conceitos. Para organizar as etapas, a turma usou um sistema de gerenciamento dos projetos.

Pensando no problema que haviam identificado, iniciaram a definição do que seria projetado, para quem, como e por qual motivo, processo essencial no design. Com essas respostas, desenvolveram desenhos e buscaram inspirações estéticas que tornassem o produto mais visual. A última etapa consistiu no desenvolvimento dos móveis em tamanho real, que foram construídos na marcenaria do design com a ajuda de Manoel Joaquim Fernandes, marceneiro do IFSul.

Para Mariana, ter o curso representado nesta final é resultado de um trabalho conjunto de todos os professores, que vão desenvolvendo os fundamentos do design em várias disciplinas. “É uma maneira de confirmar que o trabalho está sendo realizado de forma adequada e que estamos sendo vistos. Essa final é a possibilidade de fazer novos contatos, ter um portfólio mais completo e interessante”, destaca.

Prêmio Salão Design

Promovido pelo Sindicato das Indústrias do Mobiliário de Bento Gonçalves (Sindmóveis), o Prêmio Salão Design é um concurso brasileiro de design de mobiliário. O objetivo é incentivar a criatividade, o empreendedorismo e a inovação tecnológica, além de estimular a agregação de valor aos produtos por meio do design, como forma de melhoria da competitividade no mercado global.

Na primeira etapa eliminatória, a avaliação técnico-funcional levou em consideração critérios como forma e função do produto, ergonomia e segurança, materiais utilizados, tecnologia de produção e sustentabilidade. Para a etapa final, os selecionados devem enviar o produto em escala natural para ser avaliado pelos jurados até o dia 17 de janeiro. Nessa fase, serão analisados elementos estéticos e criativos utilizados para elaboração do projeto. Conceito, criatividade, originalidade, inovação, materiais utilizados e finalidade do produto serão os critérios de eliminação.

com informações do site IFSUL -RS

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