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Educação

Alunos da Dom Pedro II recebem palestra sobre os riscos no consumo de drogas

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Foto: Polícia Civil/Divulgação

A Polícia Civil, na manhã desta quarta-feira (12), através dos agentes da Delegacia de Polícia e da delegada Lisiane Mattarredona, realizou uma palestra na escola Dom Pedro II, localizada no bairro Vila Isabel, em Canguçu, sobre os riscos do consumo nocivo das drogas, sejam elas lícitas ou ilícitas, tais como: tabaco, álcool, inalantes, maconha, cocaína e, principalmente, o crack.

Dentro dos tópicos tratados, foram ilustrados os diversos tipos de drogas, as influências maléficas do consumo no corpo humano e a atuação da Polícia Civil no combate aos crimes ligados a tráfico de drogas na região.

Os policiais trataram ainda a relação dos entorpecentes com demais crimes, tais quais, homicídios, roubos, furtos, receptação e violência doméstica e familiar.

Além disso, temas como violência doméstica, bullying e maus tratos foram abordados. Os alunos entre 12 e 18 anos participaram da palestra, tirando dúvidas sobre os assuntos.

Segundo os policiais, o objetivo da ação foi demonstrar como a Polícia Civil atua no município, com o intuito de conscientizar sobre o perigo de ingressar no mundo do gripe, vez que a juventude é o grupo mais suscetível ao vício e à influência do mercado ilegal.

Canguçu Notícia, com informações da Polícia Civil

Educação

Projeto incentiva a leitura e a escrita no Presídio Estadual de Canguçu

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Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução

O hábito da leitura não está entre os mais populares em nosso país. Algumas pesquisas apontam que cada brasileiro lê menos de cinco livros por ano.

Essa média começa a mudar radicalmente em um lugar onde a maior parte das pessoas não prevê: dentro dos presídios. Nas palavras, os presidiários encontram alternativas para viver o mundo cercado por muros.

No Presídio Estadual de Canguçu, um projeto intitulado Remissão pela Leitura, coordenado pela psicóloga Júlia Fugita e pela professora Laura Storch Coutinho, aproximará os apenados das páginas dos livros.

O projeto voluntário teve início nas últimas semanas, utilizando as novas dependências do Presidio, chamado de sala multiuso. Nesta primeira fase, 11 apenados aceitaram o convite para participarem do projeto.

O primeiro dia foi muito gratificante, pois estou em sala de aula com alunos fazendo leitura. — explica a professora Laura Storch.

Segundo ela, o projeto tem uma duração de 12 meses. A cada mês, os participantes deverão entregar uma redação sobre o livro lido.

Laura explica que os livros são separados conforme a escolaridade, uma vez que o presídio comporta pessoas com diferentes níveis de instrução. “Tenho separado livros que sejam positivos para eles”, explica a professora apontando Augusto Cury como um dos autores escolhidos.

Orgulhosa dos alunos, a professora conta que realiza o trabalho com muito amor e que está habituada ao local.

Eu já trabalhei em 2013 com o Brasil Alfabetizado no presídio. São 17 anos em regência de classe, só estou em um lugar diferente da escola! O que me motiva é o amor ao próximo. Se não sei servir, para que sirvo? — completa Laura.

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