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Educação

Alunos da Dom Pedro II recebem palestra sobre os riscos no consumo de drogas

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Foto: Polícia Civil/Divulgação

A Polícia Civil, na manhã desta quarta-feira (12), através dos agentes da Delegacia de Polícia e da delegada Lisiane Mattarredona, realizou uma palestra na escola Dom Pedro II, localizada no bairro Vila Isabel, em Canguçu, sobre os riscos do consumo nocivo das drogas, sejam elas lícitas ou ilícitas, tais como: tabaco, álcool, inalantes, maconha, cocaína e, principalmente, o crack.

Dentro dos tópicos tratados, foram ilustrados os diversos tipos de drogas, as influências maléficas do consumo no corpo humano e a atuação da Polícia Civil no combate aos crimes ligados a tráfico de drogas na região.

Os policiais trataram ainda a relação dos entorpecentes com demais crimes, tais quais, homicídios, roubos, furtos, receptação e violência doméstica e familiar.

Além disso, temas como violência doméstica, bullying e maus tratos foram abordados. Os alunos entre 12 e 18 anos participaram da palestra, tirando dúvidas sobre os assuntos.

Segundo os policiais, o objetivo da ação foi demonstrar como a Polícia Civil atua no município, com o intuito de conscientizar sobre o perigo de ingressar no mundo do gripe, vez que a juventude é o grupo mais suscetível ao vício e à influência do mercado ilegal.

Canguçu Notícia, com informações da Polícia Civil

Educação

Canguçuense é finalista em concurso nacional de design de mobiliário

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Finalista do Prêmio Salão Design, a aluna Canguçuense Caroline Reichow, do bacharelado em design, está representando o IFSul na categoria de desafios dos espaços em transformação. O resultado final será divulgado no dia 10 de fevereiro de 2020 e a cerimônia de premiação ocorre no dia 18 de março, em Bento Gonçalves.

Após uma série de pesquisas, desenhos, testes de dimensionamento e maquetes em escalas para testar encaixes e dimensões, Caroline chegou ao resultado desejado. Inspirado no origami e suas diversas possibilidades, o (des)Dobra foi pensado para guardar objetos variados e pode ser utilizado em qualquer ambiente da casa.

Com múltiplas possibilidades de configurações e montagens,  é um móvel modular e adaptável, que pode “crescer” de acordo com a necessidade de quem o utiliza. Em sua estética, apresenta uma base menor que o tampo, com laterais em diagonal e o lado de dentro colorido, uma tentativa de surpreender quem o abre.

“Acredito que meu projeto foi selecionado para a final porque é um móvel adaptável, que atende as necessidades dos espaços que estão em constante transformação. Além disso, possui uma estética diferenciada, pois não apresenta um lado de cima determinado, podendo ser rotacionado e utilizado em qualquer sentido”, conta.

Com grandes expectativas para o resultado, a estudante destaca que, além de trazer reconhecimento pessoal, a conquista é uma maneira de mostrar um pouco mais o que é desenvolvido no curso de design. “Perceber que o meu móvel despertou a atenção de pessoas que são referência na área já é um prêmio para mim”, afirma.

O projeto finalista foi desenvolvido na disciplina de Design de Mobiliário e Artefatos, ministrada pela professora Mariana Piccoli, que orientou os alunos durante o processo. O desafio proposto foi elaborar um produto a partir de um problema identificado e, com base nisso, realizar análises e aplicar diversas ferramentas do design.

O objetivo da proposta era possibilitar aos alunos maior contato com a realidade do cenário de mobiliário. Além da parte prática, os alunos realizarem uma atividade de análise dos produtos que já haviam sido premiados anteriormente no concurso, estudando os materiais e a inovação dos conceitos. Para organizar as etapas, a turma usou um sistema de gerenciamento dos projetos.

Pensando no problema que haviam identificado, iniciaram a definição do que seria projetado, para quem, como e por qual motivo, processo essencial no design. Com essas respostas, desenvolveram desenhos e buscaram inspirações estéticas que tornassem o produto mais visual. A última etapa consistiu no desenvolvimento dos móveis em tamanho real, que foram construídos na marcenaria do design com a ajuda de Manoel Joaquim Fernandes, marceneiro do IFSul.

Para Mariana, ter o curso representado nesta final é resultado de um trabalho conjunto de todos os professores, que vão desenvolvendo os fundamentos do design em várias disciplinas. “É uma maneira de confirmar que o trabalho está sendo realizado de forma adequada e que estamos sendo vistos. Essa final é a possibilidade de fazer novos contatos, ter um portfólio mais completo e interessante”, destaca.

Prêmio Salão Design

Promovido pelo Sindicato das Indústrias do Mobiliário de Bento Gonçalves (Sindmóveis), o Prêmio Salão Design é um concurso brasileiro de design de mobiliário. O objetivo é incentivar a criatividade, o empreendedorismo e a inovação tecnológica, além de estimular a agregação de valor aos produtos por meio do design, como forma de melhoria da competitividade no mercado global.

Na primeira etapa eliminatória, a avaliação técnico-funcional levou em consideração critérios como forma e função do produto, ergonomia e segurança, materiais utilizados, tecnologia de produção e sustentabilidade. Para a etapa final, os selecionados devem enviar o produto em escala natural para ser avaliado pelos jurados até o dia 17 de janeiro. Nessa fase, serão analisados elementos estéticos e criativos utilizados para elaboração do projeto. Conceito, criatividade, originalidade, inovação, materiais utilizados e finalidade do produto serão os critérios de eliminação.

com informações do site IFSUL -RS

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