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Economia

Câmara autoriza Prefeitura a fazer empréstimo de R$ 17 milhões

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Prefeitura Municipal. Foto: Canguçu Notícia

CNesta quinta-feira (13), a Câmara de Vereadores aprovou por maioria um Projeto de Lei que autoriza a Prefeitura a realizar um empréstimo de R$ 17.770.690 (dezessete milhões, setecentos e setenta mil e seiscentos noventa reais) junto à Caixa Econômica Federal.

O projeto original enviado pelo prefeito Vinicius Pegoraro (MDB) previa uma aplicação de R$ 380 mil  para manutenções das atividades da rede de ensino fundamental e R$ 2 milhões para a construção de um novo Centro Administrativo.

Com as emendas, os recursos foram destinados para novos fins. Sendo R$ 380 mil para o Programa de Mecanização Agrícola, R$ 50 mil para a Secretaria de Saúde e R$ 1,9 milhões para abertura, prolongamento, pavimentação e reforma das vias urbanas.

A pauta gerou debate dentro da casa. Entre as justificativas de votos favoráveis, estavam o retorno do recurso para a comunidade, com pavimentação e iluminação pública. Do outro lado, a preocupação com a capacidade de pagamento do empréstimo motivou os votos contrários.

Com todas as alterações, o projeto foi aprovado por 8 votos, contra 6, com a garantia de aplicação dos recursos na seguinte ordem:

R$: 13.660.690,00 — Abertura, prolongamento, pavimentação e reforma de vias urbanas.

R$: 2.000.000,00 — Melhoria e manutenção da rede de iluminação pública

R$: 1.780.000,00 — Manutenção do Programa de Mecanização Agrícola

R$: 330.000,00 — Manter e executar os Serviços de Saúde.

Votaram favoráveis ao Projeto: Marcelo Maron, João Durão, Adolfo Griep, Luciano Bertinetti, Leandro Gauguer (Pipa), Silvio Neutzling, Cristiano Aguiar e Rubens de Vargas (Rubinho).

Votaram Contrários ao empréstimo: Carlos Jacondino, Erroldisnei Borges, Cesar Silva, Neviton Nornberg, Cesar Madrid e Ubiratan Rodrigues.

Ausência na Votação: Carlos Eduardo Martins – Dudu (compromisso legislativo).

COMO SERÁ PAGO O EMPRÉSTIMO

De acordo com documentos da Casa, se todo o recurso for liberado pela Caixa Econômica Federal, a tabela de pagamentos do empréstimo, ainda que sofra alterações, seguirá a seguinte ordem:

2019 – R$: 318.169,97
2020 – R$: 1.437.930,89
2021 – R$: 3.211.440,11
2022 – R$: 3.927.393,51
2023 – R$: 3.682.620,41
2024 – R$: 3.441.315,01
2025 – R$: 3.193.074,19
2026 – R$: 2.948.301,07
2027 – R$: 2.703.527,96
2028 – R$: 2.459.537,88
2029 – R$: 765.228,31

* Estes valores poderão sofrer alterações, conforme prazo de liberação, pagamentos e condições de financiamentos. E dependerá do valor que o município efetivamente irá utilizar em relação ao total autorizado.

Economia

Canguçu é o maior produtor de tabaco do Estado pelo terceiro ano consecutivo

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Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução

Na região Sul do Rio Grande do Sul, o tabaco chegou para ficar. Conforme dados divulgados pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), entre os dez maiores produtores do Estado, cinco são da Zona Sul. Em primeiro lugar pelo terceiro ano consecutivo, Canguçu surge com uma produção estimada de 22,8 mil toneladas na safra 2018/19. Há dez anos, o município era o quarto na lista, atrás de Venâncio Aires, Santa Cruz e Candelária.

Entre os cinco primeiros, São Lourenço do Sul surge em terceiro e Camaquã em quinto.A produção de Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, aparece em sexta posição na lista, com 12,7 mil toneladas. Contudo, o gerente do Departamento de Supervisão Técnica da Afubra, Paulo Vicente Ogliari, ressalta que os dados consolidados poderão ser publicados somente em julho, quando a entidade deve contar com o relatório final da safra.

Enquanto isso, a Zona Sul do RS desponta. Há dez anos, por exemplo, Canguçu somava 14,2 mil toneladas, em uma área de 9.321 hectares – na safra atual são 10.275. Naquela época, Pelotas sequer aparecia entre os principais produtores de tabaco. Hoje, surge emdécimo, com quase 7,7 mil toneladas do produto, cultivadas em uma área de 3,5 mil hectares por quase 2 mil fumicultores.

“O Sul está descobrindo o ganho econômico do tabaco. Também estão investindo em tecnologias, com lavoura irrigada, por exemplo, o que pode garantir uma produtividade superior ao normal. Outra característica é que eles plantam mais tarde. Nessa época tem gente, no Sul, que recém está terminando a colheita. Aqui na região já se está pensando em plantar a nova safra.” , explica Paulo Vicente Ogliari, Gerente do Departamento de Supervisão Técnica da Afubra

A VARIAÇÃO

Ranking de produção na safra 2018/19*
Município    Produtores    Área (hectares)       Produção (ton.) 
Canguçu    5.616    10.275    22.800
Venâncio Aires    4.222    9.123    18.691
São Lourenço do Sul    4.110    8.498    18.607
Candelária    3.205    6.234    13.359
Camaquã    2.508    5.980    13.266
Santa Cruz do Sul    3.488    6.126    12.744
Vale do Sol    2.599    5.890    12.673
Dom Feliciano    1.751    4.812    10.640
Arroio do Tigre    2.509    4.895    10.062
Pelotas    1.805    3.509    7.793
*estimativa


Ranking de produção na safra 2009/10
Município    Produtores     Área (hectares)         Produção (ton.) 
Venâncio Aires    5.159    11.123    21.389
Santa Cruz do Sul    4.209    8.128    15.847
Candelária    4.008    7.715    14.967
Canguçu    5.013    9.321    14.265
Vale do Sol    2.907    6.339    12.344
São Lourenço do Sul    3.708    7.894    12.153
Camaquã    3.033    6.835    11.981
Agudo    2.405    4.988    10.767
Dom Feliciano    2.434    5.785    10.140
Vera Cruz    2.546    5.050    9.836
Fonte: Afubra

com informações de Heloísa Letícia Poll – Gazeta do Sul

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