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Trânsito

CNH pode ficar 15% mais barata, com retirada da obrigatoriedade do simulador

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Foto: Reprodução

Durante a primeira reunião do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, disse que o governo decidiu retirar a obrigatoriedade do uso de simuladores para a expedição da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A medida foi aprovada nesta quinta-feira (13). Além de retirar o uso do simulador, o Contran também diminuiu de 25 para 20 horas o número de aulas práticas para os aspirantes a habilitação da categoria B.

Segundo o ministro, o uso deste método passa a ser facultativo, sendo uma opção do condutor fazê-la. “Se ele julgar necessário que aquilo é importante para a formação dele, de que não está seguro de sair para aula prática, ele poderá fazer. Se não quiser, ele não terá que fazer a aula de simulador”, disse Freitas.

O prazo para a implementação da nova regra é de 90 dias. Com a mudança, o condutor terá que, obrigatoriamente, fazer 20 horas de aulas práticas. Se optar pelo uso do simulador, serão 15 horas de aulas práticas e 5 horas no equipamento.

De acordo com o ministro, a medida visa reduzir a burocracia na retirada da CNH. Ele ainda disse estimar uma redução de até 15% no valor cobrado nos centros de formação de condutores.

“As aulas de simulador têm um custo diferente, mas dá para estimar que a gente vá ter uma redução de até 15%. A ideia é deixar que o mercado defina isso”, concluiu.

Informações: Jornal O Sul

Trânsito

TCU fará auditoria nos pedágios da BR-116 e da BR-392 para verificar se valores cobrados são justos

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Foto: Google Street View/Reprodução

Na quinta-feira (1), o plenário da Câmara sediou uma audiência pública sobre a revisão dos valores cobrados pelos pedágios nas rodovias federais da região sul do Estado.

Na oportunidade, pautas como as más condições de trafegabilidade da ERS 265, que liga Canguçu a Piratini também foram levantadas.

O deputado estadual Fábio Branco (MDB), um dos políticos convidados, reforçou a sensação de alto custo dos canguçuenses com o Pedágio da Glória ao falar um pouco sobre o levantamento realizado por sua equipe.

Segundo ele, uma informação aponta que um motorista que viaja de carro entre Porto Alegre e Rio Grande paga mais em pedágios do que se fosse até Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Para que sejam percorridos os pouco mais de 300 quilômetros que separam Rio Grande da Capital, um carro de passeio paga R$ 36,90 em pedágios. Quem se desloca até Florianópolis (SC) gasta R$ 15,90, em um trajeto total de 457 quilômetros e até Campo Grande (MS), paga uma quantia de R$ 34 para percorrer uma distância total de 1400 quilômetros.

Para algumas classes, essa diferença dói ainda mais no bolso. É o caso de quem transporta soja em um rodotrem de Canguçu até o porto de Rio Grande. O custo em pedágios ultrapassa o gasto com o combustível, alcançando surpreendentes R$ 590,00.

Os vereadores destacaram a preocupação com os elevados valores que não só prejudicam quem viaja a passeio ou a trabalho, como afeta a economia e desfavorece empresários do ramo da agricultura que pensam em se instalar no Município.

Segundo o deputado, o Tribunal de Contas da União (TCU) fará uma auditoria nos contratos das praças de pedágios espalhadas ao longo da BR-116 e da BR-392. O objetivo é avaliar se o valor cobrado é excessivo. 

Outro ponto também levantado na audiência, foi a falta de condições de trafegabilidade na ERS 265, que liga Canguçu a Piratini. São inúmeros motoristas que, além de cobrarem pela restauração do trecho, acabam tendo prejuízos materiais ou ficando atolados na estrada. 

Para os vereadores, a pauta é antiga e está na agenda de praticamente todos os partidos e governos que Canguçu já teve. O trecho é inclusive apresentado como pavimentado nos mapas do Estado.

Outros pontos que também foram levantados durante a audiência, foram a pouca qualidade do asfalto, a liberação de verbas federais para as praças de Pedágio, favorecendo as empresas concessionárias, que não precisam aportar nenhum recurso próprio e a preocupação com o impacto que pode ocorrer nos serviços com as privatizações em municípios pequenos. 

A audiência foi solicitada pelos vereadores da bancada do MDB. Os vereadores destacaram a ausência de representantes da Ecosul – Empresa Concessionária de Rodovias do Sul S.A, para ouvir as demandas da comunidade e dialogar com os representantes.

Durante o encontro, as lideranças demonstraram interesse em participar de uma nova Audiência pública sobre os mesmos assuntos que acontecerá em Pelotas no dia 23 de agosto.

com informações da assessoria de imprensa da Câmara de Vereadores de Canguçu

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