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Educação

Colégio Franciscano passa a oferecer cursos de ensino superior

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Foto: Jornal Canguçu Notícia

Nos últimos dias, o Colégio Franciscano Nossa Senhora Aparecida (CFNSA) confirmou o funcionamento do Pólo da Universidade Franciscana (UFN) em Canguçu.

Os cursos de Pedagogia, Geografia e Gestão de Recursos Humanos terão início no próximo ano (2019).

SOBRE A UNIVERSIDADE FRANCISCANA

A Universidade Franciscana (UFN), com campus em Santa Maria, é uma instituição de ensino superior brasileiramantida pela Sociedade Caritativa e Literária São Francisco de Assis – Zona Norte, é uma Instituição de Educação Superior, de direito privado e de natureza confessional e comunitária. Teve início com a criação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Imaculada Conceição (FIC) e da Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora Medianeira (FACEM) em 1955.

Sua criação transformou a sociedade santa-mariense, uma vez que jovens passaram a frequentar cursos universitários, aprimorando a qualificação profissional regional. Em 1995, as Faculdades Franciscanas geraram o Centro Universitário, credenciado em 1998. Em março de 2018, a instituição se tornou oficialmente Universidade Franciscana.

A universidade oferta 34 cursos de graduação nas áreas de Ciências Sociais, Ciências Humanas, Ciências da Saúde e Ciências Tecnológicas, além de programas de pós-graduação lato sensu e stricto sensu em diversas especificidades. Também possui cursos de aperfeiçoamento na modalidade EAD.

Educação

Projeto incentiva a leitura e a escrita no Presídio Estadual de Canguçu

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Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução

O hábito da leitura não está entre os mais populares em nosso país. Algumas pesquisas apontam que cada brasileiro lê menos de cinco livros por ano.

Essa média começa a mudar radicalmente em um lugar onde a maior parte das pessoas não prevê: dentro dos presídios. Nas palavras, os presidiários encontram alternativas para viver o mundo cercado por muros.

No Presídio Estadual de Canguçu, um projeto intitulado Remissão pela Leitura, coordenado pela psicóloga Júlia Fugita e pela professora Laura Storch Coutinho, aproximará os apenados das páginas dos livros.

O projeto voluntário teve início nas últimas semanas, utilizando as novas dependências do Presidio, chamado de sala multiuso. Nesta primeira fase, 11 apenados aceitaram o convite para participarem do projeto.

O primeiro dia foi muito gratificante, pois estou em sala de aula com alunos fazendo leitura. — explica a professora Laura Storch.

Segundo ela, o projeto tem uma duração de 12 meses. A cada mês, os participantes deverão entregar uma redação sobre o livro lido.

Laura explica que os livros são separados conforme a escolaridade, uma vez que o presídio comporta pessoas com diferentes níveis de instrução. “Tenho separado livros que sejam positivos para eles”, explica a professora apontando Augusto Cury como um dos autores escolhidos.

Orgulhosa dos alunos, a professora conta que realiza o trabalho com muito amor e que está habituada ao local.

Eu já trabalhei em 2013 com o Brasil Alfabetizado no presídio. São 17 anos em regência de classe, só estou em um lugar diferente da escola! O que me motiva é o amor ao próximo. Se não sei servir, para que sirvo? — completa Laura.

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