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Educação

Emater promove curso gratuito de empreendedorismo rural

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Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Após a formalidade de entrega dos certificados, estava previsto uma palestra motivacional aos alunos

Nesta quinta-feira (29), aconteceu a formatura do primeiro curso de empreendedorismo e desenvolvimento para juventude rural no Centro de Treinamento de Agricultores de Canguçu (CETAC).

Participaram do curso 27 jovens agricultores dos municípios de Canguçu, Pelotas e São Lourenço do Sul, de famílias assistidas pela Emater Ascar.

Foram cerca de 8 meses de estudos dentro do CETAQ, dividido em 8 módulos, que abordaram desde o funcionamento de uma agroindústria, o mercado institucional, o cooperativismo até questões sociais, culturais e econômicas na agropecuária.

— Nossa preocupação era dar para eles uma formação integral no sentido de reconhecerem a importância e o valor de ser agricultor. Quando recebemos os jovens eles tinham uma visão de mundo, não conheciam a fundo a propriedade rural e hoje eles retornam para casa com outra percepção.

O curso foi totalmente gratuito e a Emater disponibilizou de transporte aos alunos, tanto para as aulas, quanto para excursões à propriedades e agroindústrias locais para complemento da teoria. Um dos locais visitados foi o Restaurante Universitário, da Universidade Federal de Pelotas, que oferece comida aos estudantes a um custo de R$2,00.

— Esse curso não acaba aqui. Durante os módulos, os técnicos da Emater estiveram acompanhando as famílias dentro das propriedades para dar orientação e ver como estava na prática o que os jovens recebiam na teoria. No final do curso cada jovem teve que desenvolver um projeto produtivo, dentro da agricultura, que terá continuidade agora. Temos o compromisso de seguir dando orientação a esses jovens.

  • com informações da Assessoria de Imprensa 

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Educação

Projeto incentiva a leitura e a escrita no Presídio Estadual de Canguçu

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Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução

O hábito da leitura não está entre os mais populares em nosso país. Algumas pesquisas apontam que cada brasileiro lê menos de cinco livros por ano.

Essa média começa a mudar radicalmente em um lugar onde a maior parte das pessoas não prevê: dentro dos presídios. Nas palavras, os presidiários encontram alternativas para viver o mundo cercado por muros.

No Presídio Estadual de Canguçu, um projeto intitulado Remissão pela Leitura, coordenado pela psicóloga Júlia Fugita e pela professora Laura Storch Coutinho, aproximará os apenados das páginas dos livros.

O projeto voluntário teve início nas últimas semanas, utilizando as novas dependências do Presidio, chamado de sala multiuso. Nesta primeira fase, 11 apenados aceitaram o convite para participarem do projeto.

O primeiro dia foi muito gratificante, pois estou em sala de aula com alunos fazendo leitura. — explica a professora Laura Storch.

Segundo ela, o projeto tem uma duração de 12 meses. A cada mês, os participantes deverão entregar uma redação sobre o livro lido.

Laura explica que os livros são separados conforme a escolaridade, uma vez que o presídio comporta pessoas com diferentes níveis de instrução. “Tenho separado livros que sejam positivos para eles”, explica a professora apontando Augusto Cury como um dos autores escolhidos.

Orgulhosa dos alunos, a professora conta que realiza o trabalho com muito amor e que está habituada ao local.

Eu já trabalhei em 2013 com o Brasil Alfabetizado no presídio. São 17 anos em regência de classe, só estou em um lugar diferente da escola! O que me motiva é o amor ao próximo. Se não sei servir, para que sirvo? — completa Laura.

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