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Empresa oferece 50 vagas para curso gratuito de informática

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curso gratuito informática

Num momento em que o desemprego atinge mais de 13 milhões de brasileiros e as vagas disponíveis são superconcorridas, quem estiver mais preparado leva vantagem.

Em maio, 53 alunos da Escola Técnica Estadual de Canguçu (ETEC) tiveram a oportunidade de participar de um curso de informática de 30 horas, totalmente gratuito.

O curso de Informática Básico engloba aprendizado com softwares, normas ABNT, relatórios técnicos, elaboração de curriculum, marketing pessoal, além de tratar de questões importantes, como preparar os alunos para a nova realidade do mercado de trabalho.

A iniciativa veio de Matheus Recuero e Lais Santos, proprietários da M&L Informática, que em parceria com a ETEC, a qual disponibilizou o laboratório para as aulas, firmaram a primeira etapa de seu projeto social T.I. NAS ESCOLAS.

Segundo Matheus, o curso no mercado custa em média R$ 500 por aluno. Se todos os alunos fossem pagar pelo curso, ele sairia portanto, num valor médio de R$ 26 mil por turma. Ao término do curso, todos os alunos receberão certificado de conclusão.

— O que nos motivou a realizar este projeto, foi ver a necessidade de jovens estudantes se prepararem para o mercado de trabalho. Atualmente é possível notar uma grande dificuldade desta geração, principalmente para aqueles que não tem condições financeiras para arcar com o valor de um curso na área da informática. — explicou Recuero.

SEGUNDA TURMA COMEÇA AINDA EM JULHO

Devido ao grande sucesso do curso, uma nova turma será aberta até o final deste mês. O curso gratuito de informática básico, com carga horária de 40 horas, tem certificado com registro e é reconhecido para concursos públicos.

Nessa segunda turma serão 50 vagas: 25 para alunos da Escola Técnica Estadual de Canguçu (ETEC) e 25 para a comunidade em geral. As únicas exigências para poder participar é ter no mínimo 15 anos, e disponibilidade de horário as terças e quintas das 18 h às 20 h. O curso terá uma duração de cerca de 2 meses.

As inscrições vão até o dia 25 deste mês (julho), e podem ser feitas através deste link, respondendo o formulário online. No dia 26 será disponibilizada a lista de quem foi selecionado e as aulas terão início no dia 31.

— Analisamos com este Projeto Social, a grande dificuldade das pessoas com computadores. Estamos muito satisfeitos com o resultado do projeto, então vamos dar continuidade  com mais uma turma. — explicou Recuero.

Quer levar o curso para sua escola? Entre em contato com a M&L Informática através do telefone: 53 98439-9766 ou 53 98160-5647.

 

SOBRE A M&L INFORMÁTICA

A M&L Informática fica situada na Rua Getúlio Vargas, 701, próximo às Lojas Frank. Entre os serviços oferecidos estão: Lan House, Xerox, Criação de Currículos, Elaboração de Trabalhos e Assistência Técnica em Computadores e Notebooks, com orçamento gratuito.

Curta a Página da M&L Informática no Facebook para ficar por dentro de todas as novidades da empresa.

 

 

Educação

Projeto incentiva a leitura e a escrita no Presídio Estadual de Canguçu

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Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução

O hábito da leitura não está entre os mais populares em nosso país. Algumas pesquisas apontam que cada brasileiro lê menos de cinco livros por ano.

Essa média começa a mudar radicalmente em um lugar onde a maior parte das pessoas não prevê: dentro dos presídios. Nas palavras, os presidiários encontram alternativas para viver o mundo cercado por muros.

No Presídio Estadual de Canguçu, um projeto intitulado Remissão pela Leitura, coordenado pela psicóloga Júlia Fugita e pela professora Laura Storch Coutinho, aproximará os apenados das páginas dos livros.

O projeto voluntário teve início nas últimas semanas, utilizando as novas dependências do Presidio, chamado de sala multiuso. Nesta primeira fase, 11 apenados aceitaram o convite para participarem do projeto.

O primeiro dia foi muito gratificante, pois estou em sala de aula com alunos fazendo leitura. — explica a professora Laura Storch.

Segundo ela, o projeto tem uma duração de 12 meses. A cada mês, os participantes deverão entregar uma redação sobre o livro lido.

Laura explica que os livros são separados conforme a escolaridade, uma vez que o presídio comporta pessoas com diferentes níveis de instrução. “Tenho separado livros que sejam positivos para eles”, explica a professora apontando Augusto Cury como um dos autores escolhidos.

Orgulhosa dos alunos, a professora conta que realiza o trabalho com muito amor e que está habituada ao local.

Eu já trabalhei em 2013 com o Brasil Alfabetizado no presídio. São 17 anos em regência de classe, só estou em um lugar diferente da escola! O que me motiva é o amor ao próximo. Se não sei servir, para que sirvo? — completa Laura.

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