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Educação

Etapa Municipal da CONAE acontece no dia 30 de maio

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No dia 30 de maio, acontece no Cine Teatro 27 de Junho, às 8h a Etapa Municipal da 3ª Conferência Nacional de Educação – CONAE.

A Etapa Municipal é preparatória para a 3ª CONAE/2018, a qual terá como tema principal “A consolidação do Sistema Nacional de Educação – SNE e o Plano Nacional de Educação – PNE: monitoramento, avaliação e proposição de políticas para a garantia do direito à educação de qualidade social, pública, gratuita e laica”.

O evento busca à participação da comunidade escolar e demais segmentos da sociedade no debate do PNE – Plano Nacional de Educação como epicentro das políticas educacionais. A Etapa Municipal é coordenada pela Secretaria Municipal de Educação, Esportes e Cultura juntamente com representantes do Fórum Municipal de Educação.

Nesse sentido, indicamos o dia 14 de maio para as Escolas da Rede Pública Municipal de Canguçu realizarem o debate do Documento – Referência da 3ª CONAE/2018 e elegerem 3 delegados que representarão as instituições no sentido de apresentar propostas à Etapa Municipal. Lembramos que os delegados poderão ser representantes dos professores, funcionários, estudantes ou  pais/responsáveis. – propôs a Prefeitura Municipal em nota oficial sobre o evento
As inscrições para os delegados que participarão da Etapa Municipal da 3ª CONAE/2018 poderão ser realizadas até o dia 18 de maio, através da ficha de inscrição (clique aqui).

Cada delegado deverá escolher o eixo temático que gostaria de discutir, indicando no momento da inscrição, além deste eixo, mais duas opções. Em consonância com a Etapa Nacional, durante a Etapa Municipal da 3ª CONAE/2018, serão debatidos oito eixos temáticos:

1º: O PNE na articulação do SNE: instituição, democratização, cooperação federativa, regime de colaboração, avaliação e regulação da educação.
2º: Planos decenais e SNE: qualidade, avaliação e regulação das políticas educacionais.
3º: Planos decenais, SNE e gestão democrática: participação popular e controle social.
4º: Planos decenais, SNE e democratização da educação: acesso, permanência e gestão.
5º: Planos decenais, SNE, educação e diversidade: democratização, direitos humanos, justiça social e inclusão.
6º: Planos decenais, SNE e políticas intersetoriais de desenvolvimento e educação: cultura, ciência, trabalho, meio ambiente, saúde, tecnologia e inovação.
7º: Planos decenais, SNE e valorização dos profissionais da educação: formação, carreira, remuneração e condições de trabalho e saúde.
8º: Planos decenais, SNE e financiamento da educação: gestão, transparência e controle social.
Canguçu Notícia, com informações de Roberta Pereira (Prefeitura Municipal de Educação)

Educação

Projeto incentiva a leitura e a escrita no Presídio Estadual de Canguçu

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Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução

O hábito da leitura não está entre os mais populares em nosso país. Algumas pesquisas apontam que cada brasileiro lê menos de cinco livros por ano.

Essa média começa a mudar radicalmente em um lugar onde a maior parte das pessoas não prevê: dentro dos presídios. Nas palavras, os presidiários encontram alternativas para viver o mundo cercado por muros.

No Presídio Estadual de Canguçu, um projeto intitulado Remissão pela Leitura, coordenado pela psicóloga Júlia Fugita e pela professora Laura Storch Coutinho, aproximará os apenados das páginas dos livros.

O projeto voluntário teve início nas últimas semanas, utilizando as novas dependências do Presidio, chamado de sala multiuso. Nesta primeira fase, 11 apenados aceitaram o convite para participarem do projeto.

O primeiro dia foi muito gratificante, pois estou em sala de aula com alunos fazendo leitura. — explica a professora Laura Storch.

Segundo ela, o projeto tem uma duração de 12 meses. A cada mês, os participantes deverão entregar uma redação sobre o livro lido.

Laura explica que os livros são separados conforme a escolaridade, uma vez que o presídio comporta pessoas com diferentes níveis de instrução. “Tenho separado livros que sejam positivos para eles”, explica a professora apontando Augusto Cury como um dos autores escolhidos.

Orgulhosa dos alunos, a professora conta que realiza o trabalho com muito amor e que está habituada ao local.

Eu já trabalhei em 2013 com o Brasil Alfabetizado no presídio. São 17 anos em regência de classe, só estou em um lugar diferente da escola! O que me motiva é o amor ao próximo. Se não sei servir, para que sirvo? — completa Laura.

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