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Educação

ETEC abre inscrições para cursos técnicos em Agricultura e Contabilidade

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A Escola Técnica Estadual de Canguçu (ETEC) já está com as matrículas abertas para os Cursos de Educação Profissional de Nível Técnico em Agricultura e Contabilidade.

A inscrição pode ser feita em casa até o dia 11 de junho, diretamente no site da Secretaria de Educação, clicando aqui.

O Curso Técnico em Contabilidade tem eixo Tecnológico Gestão e Negócio, modalidade subsequente, com regime de matrícula semestral e duração de dois anos.

O Curso Técnico em Agricultura tem eixo Tecnológico em Recursos Naturais, regime de matrícula semestral, duração de cinco semestres e estágio supervisionado.

Vagas:

TÉCNICO EM CONTABILIDADE – NOTURNO
35 vagas titulares + 35 suplentes

TÉCNICO EM CONTABILIDADE – DIURNO
35 vagas titulares + 35 suplentes

TÉCNICO EM AGRICULTURA – DIURNO/MANHÃ
35 vagas titulares + 35 suplentes

 

Entre em contato com a Escola:
Endereço: Rua Silveira Martins, 351 – Centro
Telefone: 3252-1312

Educação

Projeto incentiva a leitura e a escrita no Presídio Estadual de Canguçu

Publicado

em

Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução

O hábito da leitura não está entre os mais populares em nosso país. Algumas pesquisas apontam que cada brasileiro lê menos de cinco livros por ano.

Essa média começa a mudar radicalmente em um lugar onde a maior parte das pessoas não prevê: dentro dos presídios. Nas palavras, os presidiários encontram alternativas para viver o mundo cercado por muros.

No Presídio Estadual de Canguçu, um projeto intitulado Remissão pela Leitura, coordenado pela psicóloga Júlia Fugita e pela professora Laura Storch Coutinho, aproximará os apenados das páginas dos livros.

O projeto voluntário teve início nas últimas semanas, utilizando as novas dependências do Presidio, chamado de sala multiuso. Nesta primeira fase, 11 apenados aceitaram o convite para participarem do projeto.

O primeiro dia foi muito gratificante, pois estou em sala de aula com alunos fazendo leitura. — explica a professora Laura Storch.

Segundo ela, o projeto tem uma duração de 12 meses. A cada mês, os participantes deverão entregar uma redação sobre o livro lido.

Laura explica que os livros são separados conforme a escolaridade, uma vez que o presídio comporta pessoas com diferentes níveis de instrução. “Tenho separado livros que sejam positivos para eles”, explica a professora apontando Augusto Cury como um dos autores escolhidos.

Orgulhosa dos alunos, a professora conta que realiza o trabalho com muito amor e que está habituada ao local.

Eu já trabalhei em 2013 com o Brasil Alfabetizado no presídio. São 17 anos em regência de classe, só estou em um lugar diferente da escola! O que me motiva é o amor ao próximo. Se não sei servir, para que sirvo? — completa Laura.

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