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Educação

ETEC suspende as aulas nesta semana

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A Escola Técnica Estadual de Canguçu (ETEC) confirmou nesta terça-feira (29) a suspensão das aulas nesta semana devido a falta de  transporte escolar para o alunos dos turnos da manhã e da tarde.

A decisão considerou também os alunos internos que residem em outros municípios e que também apresentam dificuldade de deslocamento até a escola. Em nota, a Escola informou ainda que todas as aulas serão recuperadas, conforme a normalização do transporte.

– Dois terços de nossos alunos residem no interior. Em respeito a essa parcela relevante de alunos , julga-se que o melhor é cancelar todas as atividades até que o transporte esteja normalizando para que assim todos possam estar na escola. – explicou a direção da escola.

Foto: Escola Técnica Estadual de Canguçu (ETEC) / Divulgação

 

Educação

Projeto incentiva a leitura e a escrita no Presídio Estadual de Canguçu

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Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução

O hábito da leitura não está entre os mais populares em nosso país. Algumas pesquisas apontam que cada brasileiro lê menos de cinco livros por ano.

Essa média começa a mudar radicalmente em um lugar onde a maior parte das pessoas não prevê: dentro dos presídios. Nas palavras, os presidiários encontram alternativas para viver o mundo cercado por muros.

No Presídio Estadual de Canguçu, um projeto intitulado Remissão pela Leitura, coordenado pela psicóloga Júlia Fugita e pela professora Laura Storch Coutinho, aproximará os apenados das páginas dos livros.

O projeto voluntário teve início nas últimas semanas, utilizando as novas dependências do Presidio, chamado de sala multiuso. Nesta primeira fase, 11 apenados aceitaram o convite para participarem do projeto.

O primeiro dia foi muito gratificante, pois estou em sala de aula com alunos fazendo leitura. — explica a professora Laura Storch.

Segundo ela, o projeto tem uma duração de 12 meses. A cada mês, os participantes deverão entregar uma redação sobre o livro lido.

Laura explica que os livros são separados conforme a escolaridade, uma vez que o presídio comporta pessoas com diferentes níveis de instrução. “Tenho separado livros que sejam positivos para eles”, explica a professora apontando Augusto Cury como um dos autores escolhidos.

Orgulhosa dos alunos, a professora conta que realiza o trabalho com muito amor e que está habituada ao local.

Eu já trabalhei em 2013 com o Brasil Alfabetizado no presídio. São 17 anos em regência de classe, só estou em um lugar diferente da escola! O que me motiva é o amor ao próximo. Se não sei servir, para que sirvo? — completa Laura.

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