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Educação

ETEC suspende aulas na segunda-feira para avaliar situação em meio a greve

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ETEC

Na sexta-feira (25), a Escola Técnica Estadual Canguçu (ETEC) publicou uma nota informando aos alunos que as aulas de segunda-feira (28) foram suspensas, em virtude da restrição do transporte escolar em razão da greve dos caminhoneiros.

Segundo a escola, nesta segunda será analisada a situação junto as empresas de transporte escolar a fim de determinar a rotina para o resto da semana.

 

ESCOLA JOÃO DE DEUS NUNES MANTÉM ATIVIDADES

Na quinta-feira (24), a Escola Estadual João de Deus Nunes (JDN) publicou uma nota informando que as empresas que prestam o transporte escolar paralisariam as atividades a partir de sexta-feira (25).

Segundo a escola, as aulas seguem mantidas normalmente e os alunos que utilizam os transportes escolares poderão entrar em contato com a escola para maiores esclarecimentos.

Educação

Projeto incentiva a leitura e a escrita no Presídio Estadual de Canguçu

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Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução

O hábito da leitura não está entre os mais populares em nosso país. Algumas pesquisas apontam que cada brasileiro lê menos de cinco livros por ano.

Essa média começa a mudar radicalmente em um lugar onde a maior parte das pessoas não prevê: dentro dos presídios. Nas palavras, os presidiários encontram alternativas para viver o mundo cercado por muros.

No Presídio Estadual de Canguçu, um projeto intitulado Remissão pela Leitura, coordenado pela psicóloga Júlia Fugita e pela professora Laura Storch Coutinho, aproximará os apenados das páginas dos livros.

O projeto voluntário teve início nas últimas semanas, utilizando as novas dependências do Presidio, chamado de sala multiuso. Nesta primeira fase, 11 apenados aceitaram o convite para participarem do projeto.

O primeiro dia foi muito gratificante, pois estou em sala de aula com alunos fazendo leitura. — explica a professora Laura Storch.

Segundo ela, o projeto tem uma duração de 12 meses. A cada mês, os participantes deverão entregar uma redação sobre o livro lido.

Laura explica que os livros são separados conforme a escolaridade, uma vez que o presídio comporta pessoas com diferentes níveis de instrução. “Tenho separado livros que sejam positivos para eles”, explica a professora apontando Augusto Cury como um dos autores escolhidos.

Orgulhosa dos alunos, a professora conta que realiza o trabalho com muito amor e que está habituada ao local.

Eu já trabalhei em 2013 com o Brasil Alfabetizado no presídio. São 17 anos em regência de classe, só estou em um lugar diferente da escola! O que me motiva é o amor ao próximo. Se não sei servir, para que sirvo? — completa Laura.

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