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Funcionários do HCC organizam mobilização em protesto a salários atrasados

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Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução

Na tarde desta sexta-feira (5), os funcionários do Hospital de Caridade de Canguçu (HCC) organizaram uma mobilização em frente ao prédio em protesto aos vencimentos em atraso.

Segundo a líder da mobilização, Luciara Lira, o protesto é contra o grupo que responde pela gestão da instituição, enquanto uma nova chapa não assume.

— O prefeito fez o repasse de recursos para pagar nossas parcelas do décimo de 2016. O protesto é contra a gestão do hospital que não prioriza seus funcionários. — destacou Luciara.

A categoria acumula o décimo terceiro de 2017, os vencimentos de setembro e 45% do salário de agosto em atraso. Segundo os funcionários, de momento, não há um indicativo de nova greve.

RELAÇÃO PODER EXECUTIVO X HOSPITAL

Em agosto, o prefeito municipal Vinicius Pegoraro (MDB) apresentou uma proposta de reajuste do Imposto Predial  Territorial Urbano (IPTU), que tramitou na Câmara de Vereadores e foi aprovada por 8 votos conta 7.

Na apresentação oficial a imprensa, em seu gabinete, Pegoraro destacou que a atualização da planta de valores já vinha sendo cobrada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) há pelos menos duas gestões. A correção, segundo o chefe do Executivo, promoveria uma ‘justiça social’ em relação às classes menos favorecidas e ajudaria a aumentar o repasse de recursos para a instituição hospitalar.

Em Setembro, a Prefeitura Municipal liberou o valor de 209.597,47 para o Hospital de Caridade de Canguçu para a realização de pagamento do décimo terceiro salário dos funcionários, referentes ao ano de 2016.

Segundo informações da assessoria do Executivo, o valor destinado é oriundo de recursos próprios da Prefeitura Municipal.

RELEMBRE A GREVE:

Há cerca de 6 meses, os funcionários do Hospital de Caridade de Canguçu deram início a uma greve que durou cerca de 60 dias.

Na pauta, os funcionários reivindicam o pagamento do décimo terceiro salários de 2016 e 2017, além de dois meses de atraso de salários, férias e demais direitos. O grupo cobrava também por explicações da gestão a respeito do futuro da casa de saúde, uma vez que o contrato com o Governo do Estado ainda não tinha sido renovado. 

Na época, a gestão do HCC destacou o envolvimento do Poder Executivo na busca por uma solução para a instituição. Uma das propostas era que a Prefeitura Municipal assumisse a casa de saúde.

HISTÓRICO DE ENDIVIDAMENTO

Em outubro do ano passado, o Hospital de Caridade anunciou em uma sessão na Câmara de Vereadores a possibilidade de fechamento. Na época, as dívidas estavam na casa dos R$ 30 milhões. Só para os médicos, entre honorários e Autorizações de Internação Hospitalar (AIHs), a pendência era de cerca de 3,5 milhões.

Em dezembro do ano passado, o gestor Mário Fonseca comentava sobre a expectativa de obter uma linha de crédito de R$ 4,7 milhões. A possibilidade foi descartada devido à dívidas vencidas no Banco Central, um impeditivo para a tomada de qualquer empréstimo.

Economia

Informativo G&S Sinuelo: Novo eSocial. O que muda?

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Modernização do eSocial foi anunciada na terça-feira, dia 9. Sistema será substituído por um mais simples a partir de janeiro/2020. Conheça as mudanças e entenda a transição.

O Secretário Especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, anunciou na tarde da terça-feira, dia 9, que o eSocial será substituído por dois sistemas a partir de janeiro/2020. Ao invés de transmitir todos os eventos para o mesmo ambiente, as informações trabalhistas e previdenciárias passarão a compor um sistema e as informações tributárias outro. Veja as principais mudanças e o que acontecerá durante a transição:

O que é o novo eSocial?

Haverá uma redução substancial nas informações prestadas pelos empregadores: serão requeridas apenas as informações que promovam a efetiva substituição de uma obrigação acessória, desde que não sejam redundantes ou que não constem nas bases de dados do governo. Haverá, portanto, uma redução robusta no número de campos e exclusão de eventos inteiros.

Foram ouvidos os usuários e desenvolvedores, identificados e atacados os principais pontos que traziam complexidade para o sistema. Foram propostas: a possibilidade de utilizar uma tabela padrão de rubricas, sem a necessidade de cadastramento de rubricas próprias; a eliminação de tabelas de cargos, funções e horários; a desnecessidade de cadastramento de processos judiciais para matérias não relacionadas a tributos/FGTS; dentre outros. Campos opcionais, como números de documentos pessoais, serão excluídos da estrutura dos eventos, pois traziam dúvidas para os empregadores. Destaca-se que informações sobre título de eleitor nunca foram solicitadas pelo eSocial.

É importante ressaltar que todo o investimento feito pelas empresas e profissionais (aquisição de sistemas, treinamento, capacitação, etc.) será respeitado. Para isso, será mantida a forma de transmissão de dados via web service, haverá aproveitamento da identificação dos eventos e sua integração. Contudo, as regras serão mais flexíveis, e será muito mais fácil concluir o envio da informação, reduzindo ao mínimo os erros decorrentes de informações incorretas.

– Quais são as premissas do sistema?

  • Foco na desburocratização: substituição das obrigações acessórias
  • Não solicitação de dados já conhecidos
  • Eliminação de pontos de complexidade
  • Modernização e simplificação do sistema
  • Integridade e continuidade da informação
  • Respeito pelo investimento feito por empresas e profissionais

– Quando passa a vigorar o novo eSocial?

As mudanças passarão a vigorar a partir de janeiro/2020. Mas desde logo haverá alterações no sistema atual: será disponibilizado o mais breve possível uma reformulação do eSocial, por meio de uma revisão no seu leiaute, flexibilizando regras que emperram o fechamento da folha, além de dispensar a apresentação de diversas informações hoje obrigatórias. Para fazer isso de imediato sem impactar os empregadores, foram tornados facultativos diversos campos que serão eliminados. Na prática, os empregadores poderão, desde logo, deixar de prestar tais informações consideradas dispensáveis.

– Posso deixar de informar o eSocial?

Não. O eSocial não está suspenso. Continuam em vigor todos os prazos vigentes para o envio das informações. Apenas novos dados, novas fases, não serão solicitados até a mudança para o novo sistema. E isso será fundamental para a substituição de outras obrigações: além da DCTFWeb em substituição à GFIP, bem como a utilização dos dados do eSocial para concessão de benefícios previdenciários pelo INSS e Seguro Desemprego – que já estão em vigor – foi anunciada a Carteira de Trabalho Digital. Tudo o que está sendo informado ao eSocial servirá para a substituição de obrigações acessórias. Mas, para que isso possa ocorrer, é fundamental que o sistema seja continuamente alimentado.

– Como ficará o MEI – Microempreendedor Individual, a Microempresa e a Empresa de Pequeno Porte?

Essas empresas, além do Segurado Especial, possuem direito a tratamento diferenciado. Eles poderão utilizar o ambiente web simplificado (já disponível para o MEI e o Segurado Especial), nos mesmos moldes do web doméstico, para prestar suas informações.

Estarão disponíveis diversas ferramentas para admissão de empregado, folha de pagamento, férias, desligamento, tudo com automatizações e simplificações que permitirão a qualquer um executar rotinas trabalhistas que antes eram restritas a grandes empresas ou escritórios de contabilidade.

– E para o empregador doméstico? O que muda?

O empregador doméstico deve continuar a prestar as informações dos seus empregados, além de fechar as folhas de pagamento e gerar as guias de pagamento (DAE).

Contudo, estão em desenvolvimento e serão apresentadas em breve novas ferramentas para os módulos web (reformulação de telas, fluxos simplificados – “wizards”, assistente virtual – “chatbot”, melhoria no sistema de ajuda, dentre outros), o que significa que haverá mudanças no eSocial doméstico, de maneira a facilitar ainda mais a vida do empregador.

Pesquisa com usuários realizada pela Secretaria de Governo Digital do Ministério da Economia identificou os principais pontos que demandam melhoria no sistema e que serão objeto de evolução.

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O Escritório G&S Sinuelo está preparado para todas as mudanças do Esocial. Com profissionais qualificados  e familiarizados com os ideais e peculiaridades de cada cliente, os contabilistas associados conquistaram a confiança e o carisma dos clientes.

O G&S Sinuelo é reconhecido por atuar há vários anos prestando serviços contábeis à comunidade Canguçuense, sempre com o objetivo de atuar lado a lado, atendendo ao cliente de maneira séria, eficiente e segura.

O escritório fica situado na Rua General Osório, número 1303, no centro. O telefone para contato é: (53) 3252-2362.

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