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Saúde

Segunda remessa de vacinas esgota em menos de 3 horas no Município

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Foto: Jornal Canguçu Notícia

A manhã desta quinta-feira (6) começou com uma longa fila para a vacinação contra o H1N1.

Segundo informações da secretária de saúde Miriam Neutzling, o município recebeu mais 1.000 doses, que foram distribuídos entre as unidades da cidade e do interior.

Em alguns postos, as vacinas haviam acabado antes das 9h. No prédio da ala Materno Infantil, ao lado do Pronto Atendimento Municipal o estoque zerou por volta das 10:15h da manhã.

Segundo a secretária, o Município solicitou mais doses para a 3° Coordenadoria Regional de Saúde mas não sabe se receberá um novo lote. Nos últimos dias, a Secretaria de Saúde do Estado emitiu uma nota informando só será distribuído o que estiver em estoque no estado.

— Não pudemos estipular um número certo, porque sabemos que o Ministério da Saúde está remanejando as que possui em estoque. Muitos municípios não receberam mais doses. Talvez amanhã saberemos se virá mais alguma coisa… — explicou a secretária.

Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, Canguçu conseguiu atingir até esta quinta-feira, 95,56% do grupo prioritário para este ano.

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Saúde

Show do Léo Pain e rifa de moto arrecadam R$ 53 mil para o Diogo Zarnot

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No último domingo (9), mais um evento arrecadou fundos para o tratamento do menino Diogo Zarnot.

O músico Léo Pain, vencedor do programa The Voice Brasil realizou um grande show no Ginásio Municipal. Em sua companhia, a Banda Hawai Banda Área VIP e o Complexo Magma animaram a noite dos canguçuenses.

Com o ingresso dos show, a família arrecadou R$ 30 mil. No evento, foi sorteada uma motocicleta. Só a venda desta rifa alcançou R$ 23 mil. Ao todo, a família somou R$ 53 mil a mais para o tratamento do menino.

RELEMBRE O CASO:

Diogo foi diagnosticado com Atrofia Muscular Espinhal tipo 2. A doença é rara, grave e degenerativa, e se caracteriza pela degeneração e perda de neurônios motores da medula espinhal e do tronco cerebral, resultando na fraqueza muscular progressiva e atrofia.

O único remédio atualmente, que pode parar a progressão da doença é o Spinraza, que ainda não é disponibilizado pelo sistema único de saúde, e tem o custo de em média 318 mil reais cada dose. Só para dar início ao primeiro ano de tratamento, o menino preciso de 6 doses do medicamento, valor superior a R$ 2 milhões.

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