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Saúde

Show de Prêmios arrecada R$ 10 mil para o tratamento do Diogo Zarnot

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Foto: Facebook/Reprodução

No último domingo (5), o Ginásio Municipal sediou mais um evento para arrecadar fundos para o tratamento do Diogo Zarnot.

O bingo beneficente foi organizado pelo grupo Amigos do Diogo. Segundo Roberson Castro, um dos responsáveis pela organização do evento, moradores dos municípios vizinhos vieram até Canguçu para ajudar.

Ao todo foram arrecadados R$ 10.570,00, sendo R$ 2.425,00 da Copa, R$ 4.812,00 da venda das cartelas do bingo e R$ 333,00 de um leilão. O potro, um dos prêmios do bingo, foi doado de volta pelo ganhador e vendido pelo valor de R$ 3.000,00.

— Não tenho palavras para expressar o sentimento em poder ajudar aquele anjinho. Todos colaboraram muito para que o nosso evento fosse um sucesso. — explicou o organizador.

Segundo Castro, foram mais de 800 pessoas que compareceram no evento. Todos os prêmios foram arrecadados através de amigos do grupo, que acreditaram na campanha Ame o Diogo. Castro explicou que quer continuar promovendo campanhas para ajudar.

— Eu e mais alguns parceiros estamos com mais alguns planos em vista aí para fazer mas ainda precisamos de algumas confirmações.

RELEMBRE O CASO

Diogo foi diagnosticado com Atrofia Muscular Espinhal tipo 2. A doença é rara, grave e degenerativa, e se caracteriza pela degeneração e perda de neurônios motores da medula espinhal e do tronco cerebral, resultando na fraqueza muscular progressiva e atrofia.

O único remédio atualmente, que pode parar a progressão da doença é o Spinraza, que ainda não é disponibilizado pelo sistema único de saúde, e tem o custo de em média 318 mil reais cada dose. Só para dar início ao primeiro ano de tratamento, o menino preciso de 6 doses do medicamento, valor superior a R$ 2 milhões.

Governo

Ex-gestor presta depoimento a nova CPI do Hospital

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Foto: Arquivo/Jornal Canguçu Notícia

O ex-gestor do Hospital de Caridade de Canguçu (HCC), Gabriel Andina, esteve na Câmara de Vereadores de Canguçu na manhã desta terça-feira (20) para prestar seu depoimento à CPI que investiga o desaparecimento de R$ 100 mil da casa de saúde. Andina foi acompanhado de seu advogado pessoal.

Em seu depoimento, Andina mencionou que era comum gestores guardarem o dinheiro em um cofre no Hospital, para evitar bloqueios judiciais das contas da instituições. Segundo o ex-gestor, ele não era o único que tinha conhecimento do fato e que movimentava os recursos.

A Câmara de Vereadores não transmitiu ao vivo a primeira oitiva. Os vereadores da comissão anunciaram que a diretoria da Câmara pretendia disponibilizar a gravação no YouTube nos próximos dias.

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